[ editar artigo]

COMUNICAÇÃO, DADOS E PODER

COMUNICAÇÃO, DADOS E PODER

Aos nascidos em meados das décadas de 60 e 70, os quais muito provavelmente começaram a trabalhar antes mesmo de completarem 18 anos, os dias atuais se tornaram muito mais desafiadores mesmo com tantas experiências acumuladas. Devido aos avanços da medicina, essas pessoas continuarão ativas pelo menos nos próximos 30 anos em uma aventura desenfreada de descobertas diárias (muitas delas nem compreendidas tão rapidamente).

São muitos inventos e novas tecnologias, criação de novas formas e possibilidades de trabalho, surgimento de novas necessidades e consequentemente despesas, ou ainda mesmo uma quantidade enorme de acontecimentos no nosso cotidiano provocados pelas relações de toda a sociedade mundial, as quais interferem diretamente tanto na nossa rotina, quanto na nossa comunicação.

As novas tecnologias e a comunicação

Nos tornamos heavy users das redes de informação sociais a fim de nos comunicarmos melhor, com mais simplicidade, com amplitude e também com muita velocidade mesmo que nem sempre seja executada com veracidade. Essa dinâmica nos aproximou tanto da informação, quanto da desinformação!

Não menos surpreendente é vermos surgindo tantas soluções tecnológicas utilizando dados para facilitar a administração de todos os nossos interesses e processos contidos em uma relação comercial ou até mesmo bem assustador, como aparentemente várias funções profissionais têm sido engolidas rapidamente por alguma plataforma de software.

A necessidade da melhoria contínua nesse processo da comunicação desde o início da nossa civilização provoca tais efeitos, mas também alavanca nossa criatividade a fim de que inventemos novos métodos de interação ou ainda mesmo forma de nos relacionarmos social, política e profissionalmente.

A partir desse ponto que eu convido todos os nascidos nas décadas de 60 e 70 a uma reflexão sobre a necessidade de transformarmos imediatamente nossa forma de encarar o mundo e todas as oportunidades que estão surgindo. Ao invés de esperarmos que nossas experiências preencham uma função profissional, não deveríamos encarar o desafio de nos apropriarmos da situação como os profissionais mais preparados da atualidade para ajudar na interpretação, orientação e ajuste da remada (simplicidade, amplitude e velocidade)de todas essas novas funções atuais?

Vivemos todos esses anos as mais variadas transformações econômicas, inúmeros modelos de relações sociais, adversidades políticas e acumulamos muito repertório acadêmico, dadas as metodologias com as quais adquirimos conhecimento no passado.

Podemos e devemos nos adaptar quantas vezes forem necessárias!

Daqui em diante, exercitaremos a prática da nossa relação em qualquer mercado atuando como facilitadores, como mentores, consultores, representantes, inventores (não tenham medo desse título porque tem muitos grupos com vasto capital para investimento sem ou com poucas ideias e curiosidade), professores, desenvolvedores de novas parcerias, empreendedores de todos os tamanhos, palestrantes, negociadores no mercado nacional ou internacional utilizando todo o nosso networking e principalmente priorizando o que realmente importa.

Devemos continuar ajudando em todo o processo da comunicação e interpretação dessa imensidão de dados porque ambas caminham juntas. Dessa forma podem tomar várias direções. Que seja então a direção certa!

 

Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito.

Aristóteles

ZAHG Academy
Marcel Lopes Boiça .'.
Marcel Lopes Boiça .'. Seguir

Paulistano, 50 anos, casado, pai da Leticia, graduado em propaganda e marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, pós graduado em gestão empresarial pela FGV, ideativo, residente em Cuiabá – MT. Meu propósito é contribuir para a evolução do MT!

Ler conteúdo completo
Indicados para você